Palestina: O Holocausto Invisível!

Holocausto Palestino

O Holocausto Invisível

Escrito por Mary Sparrowdancer
Traduzido por Antonio Celso Barbieri

Ao celebrarmos 40 anos da “ocupação” militar ilegal de lares e terras Palestinas, talvez seja o momento para o mundo dar uma boa olhada em Israel e seu campo experimental de guerra que, se faz de estado religioso precisando de proteção. O mundo inteiro tem até medo de questionar as atividades do estado de Israel ou, fazê-lo prestar contas perante as leis internacionais de proteção aos direitos humanos. Já é tempo do mundo passar algumas horas com os refugiados palestinos invisíveis. Os palestinos são uma nação de vítimas. Uma nação, quase por 60 anos, brutalmente “ocupada” contra a sua vontade e transformada num Holocausto Zionista até o presente.

“Ocupação” é uma palavra higiênica que, parece que ninguém quer questionar ou importar-se. A verdade é que a palavra “ocupação” ou “terra ocupada” não serve nem para começar a contar a história total do que foi feito contra os palestinos. Para que possamos melhor compreender este assunto, precisamos voltar até o ano de 1948, o ano em que Israel declarou-se um estado dentro da nação Palestina e depois, retroceder ainda mais no tempo para ver como tudo isto foi orquestrado.

Entretanto, primeiro imagine Católicos Romanos ou Batistas Sulistas declarando-se como sendo um estado dentro dos Estados Unidos, no qual eles apenas reconhecerão os direitos humanos dos membros da sua religião, tomarão posse dos direitos pertencentes à outros sobre casas, terras, pomares, propriedades e água e depois, seus residentes que moravam dentro e em torno deste novo estado criado sejam expulsos com uso de força. Uma situação como esta nunca seria permitida nos Estados Unidos porque é uma situação claramente ilegal.

A criação de um país para os Zionistas não aconteceu do dia para a noite. Israel não passou à existir subitamente em 1948. Na verdade, seu planejamento foi, na Inglaterra, rascunhado e aperfeiçoado em vários documentos desde o começo de 1900. Em 2002 numa entrevista concedida à BBC News, Jack Straw, o prévio Secretário do Exterior, culpou o “passado imperial britânico” pelo presente conflito Árabe-Israelense.

Foi em 1917 através da “Declaração de Balfour” que a Inglaterra “deu” a terra dos palestinos para os Zionistas. (1) (2)

Poderíamos dizer que Israel nasceu como resultado de explosivos. No começo de 1900, o doutor Chaim Weizmann descobriu um jeito de usar fermentação industrial para fazer um explosivo chamado cordite (também conhecido como “pólvora sem fumaça”). Esta descoberta provou ser de uma ajuda imensa para os esforços de guerra e, quando Chaim Weizmann foi perguntado de que forma ele queria ser compensado pelos serviços prestados ao Reino Unido respondeu “Existe somente uma coisa que eu quero, uma nação para o meu povo”. Ele queria especificamente a Palestina. Logo depois, a Declaração de Balfour seria escrita e o Doutor Weizmann acabaria eventualmente sendo o primeiro presidente do novo estado chamado “Israel”. (3)

Com a Declaração de Balfour, uma nação prometeu à outra nação que ainda não existia uma terra que já era habitada por uma terceira nação. Esta terceira nação não foi consultada. Balfour mais tarde escreveria “na Palestina nós não consultamos e nem fizemos algum tipo de plebiscito para saber o desejo dos habitantes deste país” e mais tarde escreveu sobre a Palestina “O Zionismo, seja certo ou errado, bom ou ruim, esta arraigado numa tradição muito antiga, nas necessidades presentes, nas esperanças futuras, de muito maior importância do que os desejos e preconceitos dos 700.000 árabes que agora habitam esta terra antiga”.

Lorde Balfour com seus preconceitos pessoais, colocou a caneta no papel e arruinou a vida do o que são hoje milhões de seres humanos. Ele aparentemente falhou em não perceber que muitos palestinos tinham vivido na Palestina, nas suas terras ancestrais, por 1.000 anos ou até mais. Dando os lares ancestrais dos palestinos para os Zionistas e Judeus vindos dos outros países, dando aos Judeus imigrantes uma casa nova se desejassem, tornou todos os palestinos em refugiados em sua própria terra. A revolta e desespero em relação à uma atitude tão desumana resultou em 60 anos de violência através da Palestina. Violência esta que o mundo não sabe nada à respeito porque o problema palestino continua grandemente invisível para nós. (4)

Depois de Israel em 1948 ter declarado-se um estado dentro da Palestina e o conseqüente conflito que se seguiu, o Conde Folke Bernadotte, um diplomata suíço, foi enviado para tentar estabelecer normas de justiça que resultasse em paz para a região. Isto é o que Bernadotte disse sobre Israel: “Um estado judeu chamado Israel existe dentro da Palestina e não existe boas razões para assumirmos que ele continuará a existir.” Ele então criou um plano que limitaria as fronteiras entre Israel e Palestina e que também permitiria que os refugiados palestinos que fugiram dos militares israelense bem armados, retornassem para suas casas. Depois de escrever o plano, o Conde foi emboscado e assassinado pelos revoltados terroristas Zionistas. (5)

Muito do que tem acontecido no Oriente Médio tem sido censurado pela imprensa controlada pelo estado. A censura tem sido pesada e, a verdade raramente achou caminho até o público. Por causa disto, foi inevitável que alguns jornalistas frustrados se reunissem e criassem uma imprensa professional e independente chamada Al-Jazeera onde pudessem mostrar o que eles estavam observando sem nenhuma censura. Al-Jazeera não busca aprovação dos Estados Unidos, Israel ou Inglaterra antes de publicar suas matérias, comentários e documentários. Ela tem apresentado uma grande quantidade de material fotográfico cobrindo a agressão militar dos Estados Unidos e Israel. Este material é tão embaraçoso que os escritórios árabes e viaturas da Al-Jazeera, muito embora sejam claramente marcados e pintados, tem sido bombardeados e metralhados pelos aviões Norte Americanos e tanques Norte Americanos e Ingleses. (6) (7) (8)

Na Al-Jazeera, num recente debate no seu programa Inside Story, centrado num “relatório condenatório” escrito pela Anistia Internacional relativo aos 40 anos de ocupação militar ilegal da Palestina, a Anistia relatou uma grande quantidade de violações de direitos humanos assim como, violações de leis internacionais cometidas por Israel. No programa, o jornalista da Al-Jazeera, Darren Jordan perguntou: “Porque a comunidade internacional não faz mais para ajudar a terminar com todo este sofrimento?” Infelizmente a simples resposta foi de que, na maior parte, a comunidade internacional não sabe nada à respeito do sofrimento porque, a maioria dos países estão recebendo informação através de uma imprensar controlada pelo estado. Nos não temos recebido notícias corretas sobre Israel por quase 60 anos. (9)

Nenhuma das TVs controladas pelo governo tem apresentado uma imagem justa do conflito Zionista/Israelense mostrando um visão honesta da invasão militar da Palestina. Esta informações não tem aparecido na imprensa pelos simples motivo de que Israel não deseja que a comunidade internacional fique sabendo o que eles andam fazendo contra o povo palestino.

Os “invisíveis” palestinos não estão protegidos dos militares israelenses nem mesmo dentro dos campos de refugiados palestinos. Muitos dos palestinos não possuem casas, vidas normais, direitos, existência protegida, voz ou lugar para ir. Eles são algumas vezes, nas inúmeras barreiras e pontos de controle dentro de suas comunidades, despidos completamente e forçados a caminhar nus na frente dos soldados israelenses e qualquer um presente, incluindo sua família, vizinhos e desconhecidos. Eles são forçados a carregar Papeis de Identificação o tempo todo para que possam passar de uma barreira à outra dentro da sua própria terra. As vezes eles são detidos por muitas horas. Eles são forçados à submeterem-se à autoridade israelense sem nenhum direito de defesa. Eles são publicamente espancados, alvejados e aterrorizados. Por quase 60 anos eles tem esperado que alguém os escute e ajude mas, os israelenses tem recebido apoio para continuar seu abuso dos direitos humanos sem receber nenhuma oposição das nações que os apoiam. (mais notadamente os Estados Unidos).

Todo este tempo, o mundo, através da imprensa mundial, tem sido levado à acreditar numa idéia de que os palestinos não são confiáveis. Nós nunca escutamos à respeito do contínuo assassinato feito por Israel de crianças e civis desarmados.

Nota do tradutor: Esta matéria foi escrita antes do ataque ao Estreito de Gaza, onde com a existência da Al-Jazeera e da imprensa livre online não há mais como esconder este genocídio da população civil palestina.

Nós escutamos pouco sobre as muralhas, cercas eletrificadas e de arame farpado que os israelense estão construindo ou instalando numa terra que não lhes pertence, muitas vezes isolando os fazendeiros das suas próprias terras de cultivo. Nós não ouvimos sobre o bombardeamento e destruição por Israel de bairros inteiros usando tratores, tanques, bazucas, jatos F16 e os helicópteros Black Hawk. Em vez disto, nós ouvimos falar dos “homens bomba suicidas palestinos” com tanta intensidade que, hoje em dia a própria palavra “palestino” é sinônimo de “terrorista”. É importante lembrar que primariamente os palestinos estão armados apenas com pedras e estilingues. Talvez, também fosse importante ter-se em mente que “suicídio” é sempre um ato de desespero. Já é tempo de nos perguntarmos o que tem causado um desespero tão horrível que leve ao suicídio. (10) (11) (12) (13)

Jornalistas independentes estão arriscando suas vidas para criar documentários para que possamos ver com nossos próprios olhos o que a imprensa comprada não nos permite ver. Estes jornalistas estão gravando em vídeo tapes o que está acontecendo nas terra ocupadas por Israel e, também em outros países onde Israel, Estados Unidos e aliados estão invadindo e bombardeando lares e terras que pertences à cidadãos de outras nações, matando e ferindo civis desarmados. Agora, podemos assistir filmagens atuais do que está acontecendo e, depois de muitos anos de mentiras, nós podemos finalmente nos perguntar quem são realmente os terroristas.

Depois de passar algum tempo com os palestinos nos vídeos abaixo, imagine-se junto com a população, a maioria totalmente desarmada usando apenas as pedras e estilingues já mencionados, correndo, fugindo de tanques e outros veículos militares metralhando e despejando balas de canhão dirigidas aos prédios, lojas, barracas de frutas e povo.

A população de refugiados correndo onde muitos podem ser vistos carregando com eles sacolas de pão. Trata-se de uma visão difícil de esquecer. Ver o povo agarrado às suas sacolas de pão fugindo dos soldados Zionistas sugere que estes refugiados estão correndo com a esperança de que possam viver o suficiente para poderem fazer a sua próxima refeição.

Neste dia em particular, no vídeo abaixo, durante as filmagens uma criança de 6 anos não teve tanta sorte. Ela não viverá para poder ter a próxima refeição com sua família. Ela acompanhou seu pai até a padaria e esperou dentro do carro enquanto seu pai entrou na padaria para comprar o seu pão diário. Enquanto a criança esperava ela foi atingida por um tiro no peito e outro no estômago. Imagine-se como se sentirá um pai saindo da padaria e, encontrando seu filho que um minuto atrás, estava vibrante e cheio de vida, agora morrendo. Imagine-se carregando esta criança até o hospital numa tentativa inútil para salvar esta vida inocente. Imagine-se voltando para o seu carro para encontrá-lo todo ensangüentado com o sangue do seu filho morto. O pão ainda continua em cima do capô do carro no mesmo lugar onde você deixou.

Por favor, enquanto assistir este vídeo tenha em mente que o governo israelense estava “invadindo” Jenin quando estas atrocidades aconteceram. Israel não tem direitos legais para ocupar estas terras palestinas, usar munição contra refugiados nem tem direito legal para aterrorizá-los, criar “toque de recolher” assim como humilhá-los horrendamente. Também, tenha em mente que aqueles que defendem Israel insistem que não existe nenhum Holocausto acontecendo na Palestina.


Nota: O vídeo original foi apagado então estou postando outro!

O caminho para a paz na verdade é muito simples, até uma criança poderia entendê-lo e memorizá-lo. Um homem de paz que amou os palestinos o suficiente para andar entre eles, um homem de dignidade que chamava-se Jesus, um dia resumiu a coisa desta forma: “Ame uns aos outros da mesma forma que eu amo vocês.”

O mundo pode fazer isto. Nós podemos devolver a Palestina aos palestinos. Nós podemos proteger toda vida humana de todo Holocausto, com a ajuda de um noticiário honesto e independente. Nós podemos ter esperança em alcançar a paz e, nós podemos conseguir a paz porque, sempre que pensamos por nós mesmos nós podemos ter esperança. Alguns pilotos israelenses agora, estão regeitando ordens militares que resultem em mais dor para a população civil palestina. O mundo deve abraçar este heróis num tempo que heróis cristãos são muito necessários.

Mary Sparrowdancer é uma jornalista independente autora do livro The Love Song (A Canção de Amor) cuja edição foi esgotada o ano passado depois de, na sua antiga editora, tornar-se em um campeão de vendas. Uma edição especial será impressa brevemente (www.sparrowdancer.com). Mary pode ser contatada neste email: This email address is being protected from spambots. You need JavaScript enabled to view it.

Referencias:

1. Jack Straw ­ British Colonialism. 6/9/2007
news.bbc.co.uk/2/hi/europe/2481371.stm

2. Balfour Declaration: Give Palestine to the Zionists. 6/9/2007
www.yale.edu/lawweb/avalon/mideast/balfour.htm

3. Time Magazine, October 11, 1948, "After a Small Pause," 6/9/2007
www.time.com/time/magazine/article/0,9171,887906,00.html

4. Said, Edward ­ "The Question of Palestine," quoting Balfour, pages 16 and 17, Vintage, 1992.

5. Bernadotte's Second Plan: Jewish state inside Palestine. 6/9/2007
www.yale.edu/lawweb/avalon/decade/decad170.htm

6. US Bombs Al-Jazeera ­ 6/9/2007
electroniciraq.net/cgi-bin/artman/exec/view.cgi/10/582

7. Al-Jazeera, U.S. attacks reporters. 6/9/2007
www.rsf.org/article.php3?id_article=5945

8. British and U.S. tanks target Al-Jazeera 6/9/2007
www.fair.org/index.php?page=1843

9. Al-Jazeera, Inside Story ­ 6/9/2007
english.aljazeera.net/NR/exeres/ECA2123D-10B7
-4F71-A3DB-D98C2F224FC2.htm

This video can also be seen here:
www.youtube.com/watch?v=5u_znUvv9ag

10. Human Rights Watch: Jenin Refugee Camp, demolished. 6/10/2007
hrw.org/photos/2002/jenin/pages/11.htm

11. Human Rights Watch: Walking in demolished refugee camp, Jenin. 6/10/2007
hrw.org/photos/2002/jenin/pages/8.htm

12. Human Rights Watch: Removing the white flag from flattened wheelchair of Kamal Zghair, who was shot, killed, and then run over by an Israeli tank. 6/10/2007
hrw.org/photos/2002/jenin/pages/17.htm

13. Prout News Photo ­ Tank inside a destroyed Jenin house.
proutnewsnetwork.org/NWO/files/img/jenin_4_13_02.JPG
www.rense.com/general76/palest.htm

©. 2007 Mary Sparrowdancer

este artigo apareceu originalmente no endereço abaixo:
http://www.vivelecanada.ca/article/31155345-the-invisible-holocaust-by-mary-sparrowdancer

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Comentários

Anderson Freitas posted a comment in Monterey Pop Festival (1967): Contado por quem esteve lá!
Saudações! Eu sempre acesso esse site para ler essa história. Fique muito triste agora. O senhor Stan Delk faleceu em 2016.<br />https://www.findagrave.com/memorial/171638689<br /><br />Descanse em Paz!<br /><br />Barbieri Comenta: Ele foi muito gentil comigo, disponibilizou o seu texto e acreditou nas minhas boas intenções! Quanto a matéria ficou pronta ele ficou muito satisfeito! R. I. P.
Neuza Maria posted a comment in Tony Osanah: Um argentino bem brasileiro
Muito interessante essa matéria sobre o Tony Osanah. Sou amiga pessoal dele há mais de 30 anos e hoje relembrei muitas coisas sobre ele, que já havia me esquecido. Grande talento! Ele está em visita no Brasil, esteve em Peruíbe até o dia 24 de janeiro e deverá retornar para a Alemanha no dia 07 de fevereiro. Pena que não programou nenhuma apresentação por aqui.
Daniel Faria posted a comment in JAJI: Homenagem postuma!
Tive o grande prazer de trabalhar com Jaji na decada de 1990. As festas no apartamento dele eram legendárias. Só fiquei sabendo da morte dele em 2017 e fiquei bem triste. Ele faz falta e será sempre honrado pelo público Metal de São Paulo.
Olá Barbieri! Que legal esse artigo, é sempre maravilhoso poder "beber" de fonte sábia. Neste sábado, 13/01/2018, teremos a chance de conferir o ensaio aberto da Volkana no Espaço Som, em São Paulo. A boa notícia é que, a exemplo do Vodu, que voltou à ativa em 2015, as meninas também decidiram se reunir, esperamos ansiosos que depois desse ensaio aberto role outros shows por ai. Um grande abraço!
Já sofremos muito também tentando fazer festivais. Mas resolvemos nos dedicar ao rock nacional de outras formas. Lançamos nosso primeiro disco https://base.mus.br que é para mostrar nosso amor pelo rock brasileiro.
André Luiz Daemon posted a comment in Luiz Lennon (Beatles Cavern Club)
Olá, boa noite! Alguém poderia me dizer o nome da música de abertura do programa Cavern Club que foi ao ar após o falecimento do saudoso e inesquecível Big Boy.<br />Logo após o seu falecimento, outro locutor entrou em seu lugar, e a abertura do programa era com o ex-Beatle Ringo Starr cantando.<br />Se alguém souber, por favor, me mande por e-mail, procuro essa música há muitos anos e signiifca muito para mim.<br />Valeu, abraços aos Beatlemaníacos que nem eu!!
José Carlos posted a comment in Tony Osanah: Um argentino bem brasileiro
Confirma pra mim, eu ouvi falar que o vocal da música Graffitti do Paris Group e de Tony Osanah, e que na realidade a banda nunca existiu. Foi um jingle produzido exclusivamente para a propaganda da calça Lewis e devido ao sucesso na televisão foi forjada uma banda para gravar um compacto e faturar uma grana em cima. É verdade?<br /><br />Oi José Carlos, sinto muito mas não tenho como confirmar esta história, entretanto, sei que nos anos 60 e 70 várias bandas brasilerias gravaram faixas em inglês usando nomes fictícios. Quer dizer, não será surpresa se for verdade!
Em se tratando de ROCK, é sem dúvida A Melhor Banda de ROCK até hoje.Acho o som deles o máximo. Conheci a pouco tempo (2010) e ouço desde então... Muito feras
jeronimo posted a comment in Delpht - Far Beyond (CDR Demo - 1997)
você podia disponibilizar essa demo para download pois ela não se encontra a venda
Parabéns Barbieri!!! ficou perfeito, muito original e harmônico, com o peso certo. Muito gostoso ouvir seu som.
CK posted a comment in Carioca & Devas
Ei! Obrigado por este artigo, ótima história e histórias.<br /><br />Hey! Thank you for this article, great history and stories. <br /><br />Thanks again!<br /><br />CK
Eu tinha 14 para15 anos em 1966 quando estava com outros amigos mais velhos e todos cabeludos na Av.Sao Luiz quando começaram a jogar pedras e saímos correndo pela. 7 de abril descemos a 24 de maio queriam nos matar uma multidão eu entrei no Mappin até chegar a polícia para nós tirar de lá.
De acordo com um set list desse show que achei na minha coleção, as músicas tocadas foram Maria Angélica, Perfume, British, Variações, Dissipações, Súplicas, Boca e Vade Retro.
Muito legal ver isso. Estive em muitos shows aqui relatados. O festival com o Dorsal, Vulcano em Santos, teve uma cena memorável quando o vocalista do Crânio Metálico, da Bahia, entendeu que as pessoas gritavam "côco metálico" para a banda e nao o nome coorreto. Ele se indignou com a falta de respeito e chamou as pessoas as briga. Muitos se solidarizaram com o vocalista da banda e o aplaudiram, repugnando o preconceito. Me lembro ainda que nesse show jogaram confete na apresentação do Vulcano e depois a serragem. Era tempo de ascenção do Death Metal e que muitos ridicularizavam o Black Metal... Cena triste também... Mas foi uma noite ótima. Vulcano mandou bem e Dorsal fez um show primoroso.
Charles Campos posted a comment in Soul of Honor
https://www.youtube.com/watch?v=Sn2ckIF0Gbk
Charles Campos posted a comment in Soul of Honor
Boas recordações de minha adolescência!!!<br />Assisti a uma apresentação do <br />Bodas de Sangue no Espaço Retrô (Senão estiver enganado)<br /><br />Foi uma baita apresentação!!!
CASSIO VIEIRA posted a comment in Carioca & Devas
Pessoal, alguém saberia me dizer se neste 'Ensaio (1977)' é o Tom (acho que o sobrenome dele é De Maia ou algo assim) que está tocando bateria? Ele morava no meu bairro, e o pai dele era dono da escola em que eu estudava, Colégio 7 de Setembro.
"Suspeitei desde o principio..." (Chapolin Colorado)<br /><br />Muito legal o texto, vivo fazendo coisas no automatico e com o maior temor de ter um colapso mental, e tenho tambem aprendido coisas novas sempre, autodidata por natureza. Agora estou mais tranquilo e posso tranquilizar outras pessoas a minha volta, a solucao e a causa do problema sao simples, (talvez eu tenha que me render aos passinhos de dança do ventre de vez em quando...).<br />Parabens pelo texto
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