John Lennon: Nowhere Boy, novo filme mostra John como um rapaz bem classe média!

Cartaz do filme Nowhere Boy que retrata a infância e adolescência de John Lennon
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Nota do Barbieri Antes dos caros leitores lerem a matéria abaixo, gostaria de tecer alguns comentários com o intuito de balancear as coisas e assim, possibilitar que os mais desinformados possam ler este texto de uma forma mais crítica. Sugiro também que leiam aqui neste site, os dois primeiros capítulos que escreví sobre a infância e adolescência de John Lenon (clique aqui) Não precisamos ser cientistas sociais para percebermos que John Lennon tinha uma postura política de esquerda. Como exemplo, nos bastaria traduzir a música Imagine. Em dezembro de 2006 foi lançado o filme documentário chamado The U.S. vs. John Lennon que, de forma direta, através de entrevistas e documentos mostrou que os serviços de inteligência Norte Americanos estavam de olho no John à muito tempo. Ele era “persona non grata” e tudo foi feito para expulsa-lo do país. John Lenonn declarou, na época, que temia pela sua própria vida e, como todo mundo já sabe ele acabou pagando o preço máximo tornando-se para muitos um martir, um herói, um artista que nunca perdeu de vista as suas origens populares. Lennon, ficou muito rico mas, muitas vezes usou seu poder como pessoa importante e seu poder financeiro em favor das causas que acreditava. Causas estas, que eram diretamente opostas aos princípios ditados pelo Status Quo vigente.
Depois desta introdução, gostaria que notassem que o filme Nowhere Boy que será lançado em breve, curiosamente, parece uma resposta capitalista ao filme anterior, onde busca-se cuidadosamente, com muita sutileza, destruir a mística e a legendária imagem de John Lennon. A idéia é destruí-lo como um justiceiro, um homem com uma consciência social e assim, transformá-lo num burguês mimado. Para finalizar meus pensamentos, deixo-lhes com esta pergunta: Será que o mundo não precisa mais de heróis? |

John Lennon: Um Beatle Bem Classe Média
Escrito por Garth Pearce
Traduzido por Antonio Celso Barbieri
John Lennon gostava de considerar-se um “herói da classe trabalhadora”, exatamente como o título de uma de suas músicas, Working Class Hero mas, próximo do lançamento de um novo filme sobre sua infância nos revelamos em primeira mão a história da sua devotada tia que o criou como um típico garoto de classe média.
Mesmo depois da morte de John Lennon, sua tia Mimi, a mulher que o criou, ainda referia-se à ele como “o garoto travesso”. Mimi insistia com vigor no fato de que ela ensinou John Lenonn falar corretamente, vestir-se bem e ter boas maneiras na mesa. “Ele gostava muito da vida que tinha comigo” Mimi reafirma e continua: “Quando eu falava ele ouvia. Ele foi criado do jeito correto e não importa o que aconteceu depois ele continuou sendo meu John”.

Mimi com John Lennon
Tia Mini tinha me convidado para ir até sua casa em Sandbanks em Dorset que, na época, era apenas uma região de classe média perto do mar mas que, agora, tinha transformado-se num lugar para pessoas seriamente ricas. Fazia quase um ano que John Lennon tinha sido assassinado em Nova York no dia 8 de dezembro de 1980, aos 40 anos de idade. Ela queria que refletir sobre vida do homem que tinha moldado-se como um herói da classe trabalhadora. Lennon comprou para Mimi, em 1965, um bangalô de frente para a praia. Ele pagou para Mimi, uma pensão mensal para administrar a casa e, ligou regularmente para ela uma vez por semana, não importa onde ele estivesse, até a sua morte.
Tia Mimi, uma agradável e educada senhora com seus esnobes valores antigos, com seus cabelos castanhos escuros tingidos e falando com o som das vogais bem redondinhas foi, mais do que todo mundo a responsável pela criação do garoto que viria ser o indiscutível líder da banda mais popular do planeta, The Beatles. Muito embora, John Lennon insistisse em afirmar que ele era um típico rapaz da classe trabalhadora de Liverpool, foi a forma gentil de criação da tia Mimi que o moldou.
Agora em dezembro, possivelmente para coincidir com o aniversário da sua morte, será lançado nos cinemas em Londres um filme novo chamado Nowhere Boy (Garoto de Lugar Nenhum) dirigido por San Taylor Wood mostrando a infância de Lennon e retratando o seu começo nos anos 50. O filme que apresenta o ator Aaron Johnson no papel de John lennon tem tudo para ser um grande sucesso de bilheteria e trouxe-me lembranças do meu encontro com Mary 'Mimi' Smith que certamente aprovaria a escolha da premiada atriz Kristin Scott Thomas, uma ex aluna do Cheltenham Ladies College, para fazer o seu papel. Ela também ficaria muito feliz de saber que o script, por sinal muito bem escrito, confirma a sua versão dos fatos: Que ela teve que salvar John Lennon, com apenas 5 anos, de sua mãe Julia, sua irmã mais nova. Naquela época, quase no final da Segunda Guerra Mundial, depois de ter traído várias vezes seu marido o marinheiro Alf Lennon que vivia freqüentemente fora, no mar, Julia foi julgada instável e não qualificada para ser mãe. Julia também tinha dado a luz à uma filha ilegítima chamada Victoria que foi adotada imediatamente após o nascimento. “Era uma bagunça!” Mimi confidenciou comigo na época e continuou: “Alguma coisa tinha que ser feito e eu estava lá para fazer. John nunca esqueceu disto e eu lhe aconselhei até o final. É claro que não foi sempre que ele aceitou meus conselhos mas, ele nunca esqueceu nossa vida juntos. John pode ter ficado rebelde mas, só o fato de eu estar morando aqui nesta casa mostra como ele gostava de mim. Eu penso no tempo em nós vivemos juntos e eu sei que John apreciava meus conselhos. John Lennon teve duas mães: Julia e Eu.”

John Lennon com sua mãe Julia
Tia Mimi passou a controlar a vida de John Lennon desde a hora que, finalmente, seu pai Alf emigrou para a Nova Zelândia, deixando sua mãe Julia incapaz de, mentalmente e financeiramente, criar o menino. Mimi levou John para morar na sua imaculada residência na Menlove Avenue em Woolton, um dos lugares mais ricos de Liverpool. A casa era chamada Mendips cujo nome é uma referência uma série de colinas em Somerset. Então, Mimi e seu marido George que não tinham filhos deram à John uma formação e educação típica de classe média.

John Lennon
Contrastava grandemente com a vida de Paul McCartney, George Harrison e Ringo Starr, estes sim, reais representantes da classe trabalhadora (será !?). Mini prontamente estabeleceu uma série de regras tipo hora certa para comer e, um código de conduta incluindo não falar palavrões e ter boas maneiras.
Entretanto, depois da morte súbita, com 52 anos, de seu marido George, John Lennon começou buscar respostas à respeito da sua verdadeira mãe e, aos 15 anos, ele aproximou-se da Julia novamente. Como mostra o filme, Julia era tudo que a Mimi não era. Ela estava vivendo junto com Bobby Dykins e teve duas filhas sem estar casada oficialmente o que, ofendia as sensibilidades da sociedade conservadora dos anos 50. Um dia ela levou John, ainda adolescente, para Blackpool, uma região de praia com vários clubes e bares. Lá, no Milk Bar ela colocou uma música para tocar na vitrola do estabelecimento e começou dançar ao som daquela nova música, o rock’n’roll. Julia parecia mais uma irmã mais velha do John do que sua mãe.

John Lennon e The Quarrymen
Depois que Lennon aprontou uma e foi suspenso da escola, Julia levou-o para sua casa e, começou a ensiná-lo a tocar o Banjo, tudo escondido da Mimi. Enquanto a Mimi estava lutando para convencer John Lennon a concentrar-se nos estudos, Julia estava lá no meio do público quando, na escola, sua banda The Quarymen fez seus primeiros shows. No entanto, Lennon não voltou a morar com sua mãe e preferiu ficar vivendo, debaixo das regras mas, no conforto de Mendips, a casa da sua tia. Quando John começou ensaiar com os jovens Paul McCartney e George Harrison, sua tia Mimi expulsou-os e proibiu-os de ficarem na varanda de sua casa.
Seu falecido esposo George uma vez, fez uma predição: “John, não existe nada errado em você gostar de música mas, você nunca conseguirá sobreviver disso!”.
Os produtores do filme insistem que mantiveram-se fieis à “verdadeira história” e, pelo menos num fato, posso confirmar que eles estão certos porque, por muito tempo, tem sido informado na imprensa que quem comprou a primeira guitarra acústica para o John foi a Julia. Entretanto, durante a entrevista que fiz, Mimi, esclareceu que, na verdade, foi ela quem comprou o instrumento e, no filme Nowhere Boy esta é a versão da história que é contada.
Infelizmente, exatamente no momento em que sua mãe e a tia Mimi pareciam ter resolvido suas diferenças pessoais, ela morre. Ela tinha visitado Mimi e na volta para sua casa quando atravessava a Menlove Avenue um carro dirigido por um policial, de folga, atropelou-a. Julia morreu com 44 anos no dia 15 de julho de 1958. John Lennon tinha 17 anos. Muitos anos depois, no auge do seu sucesso com a banda The Beatles, John Lennon desabafou: “Eu perdi minha mãe duas vezes; Uma vez quando eu era criança, aos 5 anos e outra vez novamente quando tinha 17. Isso me fez ficar muito amargo por dentro!”.
Então, foi Mimi que acabou transformando-se na força dominante, duradoura e mais influente na vida daquele jovem e ela protegeu-o para que ele não se transformasse num produto das ruelas de Liverpool.
“A verdade é que John foi muito bem educado. Eu sempre acreditei que devem existir regras. Acho que toda criança tem que saber qual é os seus limites. O jeito que ele foi realmente criado não combinava exatamente com a história que estava sendo contada e ele ficou quieto na época. Ele até perdeu seu sotaque de Liverpool mas, mais tarde, começou usá-lo novamente”. Mimi esclareceu.
A Mimi que eu conheci tinha 75 anos de idade (ela morreu com 85 anos em 1991) mas, estava muito bem vestida, mantinha sua casa ainda imaculada e serviu-me chá num maravilhoso conjunto de porcelana. Ela falou da Julia com carinho e nós comentamos sobre as mortes trágicas na família. Até o companheiro da Julia, Bobby Dykins, também foi morto num acidente automobilístico em 1965.
“Ela vivia sempre sorrindo e cheia de alegria” Mimi recorda-se e concluiu: “Dava para perceber de onde John tinha tirado o seu senso de humor”.
Mas, quando o assunto chegou na escolha pelo John da sua segunda esposa, Yoko Ono, depois do seu divorcio com Cynthia Lennon, mãe do seu filho Julian, Mimi não poupou palavras:
“Neste planeta, o que foi que ele viu na Yoko?” Ela perguntou-me e prosseguiu desabafando:
“Esta escolha deixou-me sem palavras! Todo mundo ficou abismado: A banda, os amigos, todos nós!
Yoko colocou uma idéias estranhas na cabeça do John e eu acho que ela não gostava da influência que eu exercia sobre ele.
Ele deveria ter ficado com a Cynthia. Ela foi para ela uma boa esposa e estava preparada para viver nos bastidores. Eu gosto dela. Ela manteve a sua dignidade.
Ele também nunca deveria ter ido morar nos Estados Unidos. Seu lugar era aqui na Inglaterra. Veja só, como resultado da sua mudança para Nova York, o que aconteceu com ele lá.”

The Beatles no princípio
O filme Nowhere Boy mantém sua exploração até o final do período adolescente da vida do John Lennon e termina quando John recebe seu primeiro passaporte para tocar em Hamburgo na Alemanha com The Beatles. No filme, neste momento, Mimi brinca dizendo que não consegue lembrar-se do nome da sua nova banda.
Considerando-se que no excelente filme Nowhere Boy, Mimi aparece tão positivamente e, sabendo-se Mimi era uma pessoa tão preocupada com as aparências, certamente, ela teria dado seu selo de aprovação sem reservas à esta produção.
Infelizmente, ela não viveu o tempo suficiente em Sandbanks, o lugar onde John Lennon comprou a casa de seus sonhos para que ela pudesse viver até o final da sua vida, para ficar sabendo que o lugar virou um centro dos super ricos e um dos lugares mais desejados da Grã-Bretanha. Ela teria ficado maravilhada!
o
O ator Aaron Johnson no papel de John lennon. Alguns críticos já sugeriram que ele foi escolhido mais pela sua beleza do que pelas suas habilidades como ator.
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Bate-papo
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Comentários do Leitor
Vodu: Lembrando o álbum No Way...
Esse disco faz 20 anos e eu relembro o fato (Alô Roberto - Mad house - Av T2/Goiania) de uma quase vias de fato por que o dono da lojinha nao fazia esse ep por o preço justo (de Ep e nao Lp) Bons tempos = maus tempos. O VODU terminava a década e fechava um ciclo que durou tres discos, ansia pra chegar lá, garra e uma certa falta de coesão musical.(ainda tenho o exelente 'seeds' em vinil - J.A. Torquato/front cover) Muito Obrigado por postar isso aqui!!!
25.08.10 00:11
Por Luciano
Camisetas Rocker
Me lembro muito bem da Rocker (trabalhei lá), realmente foi um tempo de sonho e grande luta que transformou cada um de nós. Cara vc venceu parabéns... Barbieri comenta: Grande lido que ótimo saber de você! Não vamos mais perder o contato! Para quem não sabe, o Lido foi um grande parceiro, amigão que esteve envolvido intensamente em alguns dos meus projetos. Sempre trabalhou por amor à coisa e não por dinheiro. Nunca ganhamos nada mas tivemos experiências memoráveis. Com ele formamos a banda Atta...
24.08.10 18:14
Por Lido
Kim Kehl: Ouça aqui este proga...
BEM LEGAL !..........CURTI MUITO ....
24.08.10 16:54
Por LANDONETO
P.U.S.
o clipe de seu verino chegou ate o top 20 sa mtv brasil
18.08.10 22:37
Por galvao
Carlo Tonalezzi: De Cérbero à ...
amazing!!!!
17.08.10 20:09
Por CLAUDIO CRUZ
Zhema fundador da banda Vulcan...
SENSACIONAL! obrigado por disponibilizar essa gravação! ainda por cima com esta qualidade o que é quase um milagre, tá matando a saudade do "Live".valeu!
16.08.10 22:31
Por Luciano F
Os Anos 70: Capítulo I - Gangs...
Me ajude a achar A PEDRA, lendária banda paranaense do começo dos anos 70. Obrigado e um abraço.
24.07.10 13:40
Por reginaldo
Arnaldo Baptista
Perfeito. Eu adoro o trabalho do Arnaldo e fiquei feliz com muitas informações que ainda não sabia sobre ele, que tbm não foram relatadas no documentário Loki. Long Live Rock N' Roll!
21.07.10 19:21
Por Didío Souza
Platina e Ozone: Vídeo raro do...
ESTAREI FAZENDO UM ESPECIAL COM O DARIL. TE MANDO A DATA. EXCELENTE ESSE VÍDEO
17.07.10 14:26
Por PAULÃO ATITUDE
Um ano sem Coquinho!
Conheci o Coquinho em outubro de 1992, no estudio Transamerica em São Paulo.Ele estava fazendo a gravação de apenas uma musica do CLAUDIO CELSO e VERA NEGRI.Eu via cara dele, e logo depois eu lembrei da foto do PATRULHA. Foi a 1ª e unica vez que vi ele
13.07.10 22:34
Por João Carlos
O Espelho
Renata, eu conheci uma banda com nome de chave geral a muito tempo em minas e realmente eles lançaram um disco..se puder me mandar um Email posso tentar conseguir algo..abraços
13.07.10 19:52
Por Edson reis
Platina e Ozone: Vídeo raro do...
Caro Celso, vi o vídeo do Ozone e me encontrei na Platéia prestigiando o seu trabalho. Parabéns ! Fernando Nota do Barbieri: Um grande abraço! Fico feliz que também ajudei a resgatar a sua memória!
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Por Fernando
O Espelho
Preciso saber se as bandas Choque Geral ou Chave Geral lhes lembra algo. Foram as bandas do meu pai que lançou seu vinil nos anos 80 e agora eu tento resgatar alguma lembrança pois foi o ano que nasci e meus pais se separaram, e não encontro nada na net gostariade saber. Ele se apresentou em alguns programas como Toquem Rock e Perdidos na Noite por favor me respondam pelo meu email, obrigada.
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Gostaria de saber se a banda Hanagorik vai fazer show em Surubim/Recife e quando. Se souber por favor me avisei pelo o e-mail obrigada.
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John Lennon: Nowhere Boy, novo...
Sabe, eu não acho que o filme tenha sido um "rebate" ao The USA vs John Lennon porque são filmes que tratam de fases muito diferentes na vida do Lennon. Poxa, qual adolescente não é idiota/estupido/arrogante? Poucas pessoas tem a "cabeça boa" na adolescência. Vi o filme e adorei ver que até o saudoso John Lennon cometeu erros que todos cometemos ou iremos cometer quando jovem. E eu to pra te dizer que tu balanceou foi é nada pra quem sabe pouco sobre o John. Barbieri Responde: Não escondo que so...
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21.05.10 14:13
Por
Cerimônia em frente do túmulo ...
Achei espetacular,vc está de parabéns e so vc mesmo para lembrar-se de detalhes tão importantes e marcantes para a historia do mundo.Cordial abraço
20.05.10 11:14
Por



Comments
Barbieri Responde: Não escondo que sou uma pessoa com uma visão política das coisas. No meu ponto de vista, John Lennon é uma lenda, da mesma forma que Che Guevara é. Nestes últimos anos eu observei com muita tristeza como todas as liberdades civis foram jogadas pela janela. A idéia de civilidade, honestidade, decência e a preocupação com os mais desafortunados está "fora de moda". A classe dominante nunca perde uma oportunidade para tentar destruir a imagem dos nossos heróis. Como foi muito bem descrito por George Orwell no llivro 1984, a elite no poder com a sutileza de um Tiranosaurus Rex, sempre tenta "desmascarar" os bons exemplos. Você diz que os dois filmes retrataram duas fazes bem diferentes da vida John Lennon e, eu lhe digo que John Lennon não tem passado, presente ou futuro, ele é! Ele está vivo aqui dentro da minha cabeça! Questionar adolescência dele é uma forma gratuíta de por em dúvida todas as suas conquistas.
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